Boxe tem primeiro curso de formação de arbitragem no Estado

Visando preparar pessoal não apenas para os próximos eventos olímpicos, mas para o desenvolvimento da própria modalidade em todo o país, acontece até sábado, 9, o Curso de Formação de Oficiais destinados a árbitros, juízes e cronometristas de boxe, ministrado pelo árbitro e professor Daniel Bergher Fucs, vice-presidente da Confederação Brasileira de Boxe-FBB.
por Ascom - Sespo
-
20624.jpg
- Foto: Foto divulgação

Visando preparar pessoal não apenas para os próximos eventos olímpicos, mas para o desenvolvimento da própria modalidade em todo o país, acontece até sábado, 9, o Curso de Formação de Oficiais destinados a árbitros, juízes e cronometristas de boxe, ministrado pelo árbitro e professor Daniel Bergher Fucs, vice-presidente da Confederação Brasileira de Boxe-FBB.

Nestes dois primeiros dias do curso de boxe olímpico, realizado no auditório da Sespo-Secretaria Estadual do Esporte, as aulas foram de conteúdo teórico, enquanto na sexta e sábado as atividades serão de natureza prática, envolvendo árbitros e juízes que ficam posicionados em cima do ringue. Na demonstração das aulas há utilização de imagens através de slides e outros recursos da tecnologia.

Para que o curso pudesse ser viabilizado, o dirigente da CBB diz que a preocupação da presidente da Federação Tocantinense de Boxe (FTB), Eva Maria da Conceição, em transmitir aos seus filiados e adeptos em geral do boxe tal preocupação foi fundamental para que a confederação decidisse logo pela sua realização no Estado.

Conforme o professor e dirigente da CBB, a meta é que se forme em torno de sete a oito pessoas participantes do curso. Ele não tem dúvida de que a qualificação de quem lida com o boxe no Estado irá contribuir para que surjam novos talentos, tanto aqui no Tocantins como nos demais estados. “Porque isso é o que normalmente ocorre”, observa.

Daniel acrescenta que o boxe, juntamente com o atletismo são as modalidades que mais atuam no processo de inclusão social de crianças e adolescentes no país. O professor vê na realização dos jogos olímpicos no Brasil, em 2016, a chance de “um salto muito grande no esporte olímpico brasileiro”. (Alessandra Bacelar)

- Foto divulgação
keyboard_arrow_up