Com o encerramento da primeira etapa da campanha de vacinação contra febre aftosa nesta terça-feira, 31, os produtores rurais do Tocantins terão até o dia 10 de junho, para declarar a imunização do rebanho de bovídeos (bovinos e bubalinos) e atualizar a carta-aviso na Agência de Defesa Agropecuária (Adapec). Quem deixar de declarar, poderá sofrer sanções previstas na legislação.
“Assim como a vacinação, a declaração também é obrigatória e deve ser realizada por todos os produtores rurais, inclusive por aqueles que não possuem animais em idade vacinal, entre 0 a 24, que foi o alvo desta primeira etapa da campanha”, informou o responsável pelo Programa Estadual de Vigilância em Febre Aftosa da Adapec, João Eduardo Pires.
Para comprovar o ato, o produtor deve procurar uma das unidades da Adapec, apresentar a nota fiscal de compra da vacina e preencher a carta-aviso com dados do rebanho e de todos os demais animais existentes na propriedade. Quem deixar de declarar, pagará multa de R$ 127,69 por propriedade não declarada e a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) fica condicionada à comprovação da vacinação.
Já o produtor que deixar de vacinar os bovídeos, de 0 a 24 meses, deverá procurar o escritório da Adapec e pagar a multa no valor de R$ 5,32 por animal, pegar uma autorização de compra da vacina e agendar uma data na Agência para que os técnicos façam o acompanhamento da vacinação na propriedade. Além disso, deverá posteriormente, declarar na instituição. Os casos omissos serão notificados pelo órgão para que façam a vacinação.
A expectativa desta etapa é vacinar aproximadamente 5 milhões de bovídeos em idade vacinal. O Tocantins conta atualmente com mais de 10 milhões de animais.
A segunda etapa está marcada para ser realizada de 1° a 30 de novembro, para o rebanho de todas as faixas etárias.
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