Em encontro com o representante do Banco Mundial, Satoshi Ogita, que acompanha a execução do Programa de Desenvolvimento Regional Integrado e Sustentável (PDRIS), o secretário-chefe da Controladoria Geral do Estado (CGE), Luiz Antonio da Rocha, aproveitou a oportunidade para buscar apoio financeiro do banco, visando melhorias no Sistema de Controle Interno do órgão.
Conforme a apresentação do gestor, os planos de governo e os orçamentos são as âncoras principais do trabalho de Controle Interno, portanto “a CGE tem de estar preparada tanto com pessoal, quanto com tecnologias inteligentes para executar suas competências legais”, ressaltou o gestor, completando ainda que, apesar do esforço dos servidores para bom andamento do órgão, é preciso melhorar ainda mais o desempenho das atividades de controle, principalmente nos indicadores de avaliação da aplicação dos recursos.
Mediante dificuldades de recursos para investimento, o secretário busca apoio do banco com intenção de melhorias no serviço de avaliação da gestão Estadual. Segundo o gestor, a proposta contempla capacitações técnicas; adequações na estrutura física, modernização de tecnologias de informação, de gestão de risco e de comunicação e reestruturar o sistema de controle interno estadual.
Luiz Antonio da Rocha ressaltou que essas propostas visam alcançar mais eficiência e controle do gasto público; controle preventivo da aplicação dos recursos públicos; avaliação da gestão e não de processos; e maior visibilidade do sistema de controle.
Atento às propostas e ciente da importância do órgão, o gerente Satoshi Ogita se dispôs a levar a diante a proposta das capacitações para ver como podem ajudar. “Os recursos disponíveis já estão previstos em outras ações, mas podemos ver como o banco pode ajudar na questão das capacitações”, ressaltou.
Sobre o PDRIS
O Programa de Desenvolvimento Regional Integrado e Sustentável (PDRIS) prepara o Tocantins para um novo crescimento econômico. O Banco Mundial investe 375 milhões de dólares no Projeto, sendo que 80% desse valor é destinado à malha viária, enquanto que o restante é voltado para a educação, o meio ambiente e o planejamento; no total, oito áreas.
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