A fim de garantir as boas condições de trafegabilidade nas rodovias estaduais da região sudeste do Estado, o Governo do Tocantins, por meio da Agência Tocantinense de Transportes e Obras (Ageto), segue avançando nos serviços de manutenção nos trechos sob sua responsabilidade.
No entanto, as equipes da 6ª Residência Rodoviária Descentralizada de Dianópolis intensificam no tapa-buraco com aplicação de mistura betuminosa no 76 km da rodovia TO-230, no trecho que integra o município de Almas a Natividade, com o intuito de readequar os pontos críticos e garantir a segurança e comodidade dos usuários do trecho tocantinense.
Ainda na região, as equipes de manutenção da Ageto executam patrolamento e revestimento primário em mais quatro rodovias não pavimentadas. Os serviços beneficiam os 42 km de extensão da rodovia TO-387, entre Conceição do Tocantins e Paranã.
Ainda na mesma rodovia, porém, em outro trecho da pista, que compreende até o entroncamento da TO-040, entre Dianópolis e o município de Taipas; dos 68 km já foram recuperados 28 km.
Já na TO-296, no trecho do entroncamento da TO-050, de Arraias ao entroncamento da TO-497, localidade de acesso ao Povoado conhecido por Jacaré, no município de Arraias, já estão prontos 22 km de um total de 26 km.
É importante ressaltar que, neste trecho, os trabalhos fazem parte de uma parceria entre a Gefoscal Comercio, Industria, Representações e Transportes de Produtos Agropecuários Ltda (Gefoscal) e o Governo do Tocantins. Por fim, as ações contemplam também a TO-40, no trecho de Dianópolis ao Rio Traíra em Pindorama.
De acordo com o residente responsável pela Ageto no sudeste, o engenheiro Leandro Araújo, os serviços de patrolamento e recomposição de revestimento primário (encascalhamento), têm como finalidade remover as imperfeições dessas rodovias não pavimentadas, melhorando a trafegabilidade de todos que as utilizam no cotidiano, principalmente para o escoamento da produção do agronegócio.
“Os serviços nesses trechos são recuperação de pontos de atoleiros, erosões, saídas de água (bigodes), colocação de cascalho (revestimento) e o patrolamento, que seria a retirada das imperfeições na estrada, conhecidas também como costelas de vaca, e por fim, o espalhamento e acabamento nos lugares onde foi colocado o cascalho”, explicou o responsável pela 6ª Regional, Leandro Araújo.
Ainda de acordo com ele, com a chegada do período de estiagem, os serviços vão ganhar mais celeridade para assegurar a trafegabilidade e fluidez dos usuários desses trechos do sudeste tocantinense.
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