Escolinha de Futebol Nilton Santos de Palmas deve passar por reformas em 2016 e, assim, ampliar o número de crianças e adolescentes atendidas com o projeto social. As medidas foram anunciadas pelo Governo do Estado, durante visita da vice-governadora Claudia Lelis e o secretário de Estado do Esporte, Lazer e Juventude, Salim Milhomem, quando acompanhavam a atriz e diretora carioca Úrsula Corona, que está no Tocantins para realizar um documentário sobre os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas e aproveitou para conhecer a Escolinha, já que desenvolve projeto social semelhante no Rio de Janeiro.
“A escolinha depende muito de parceiros. A vinda da atriz pode trazer benefícios ao projeto. É mais uma possibilidade de parceria para a nossa iniciação esportiva. Lógico que a gente já está buscando recurso junto ao governo federal para garantir melhorias na unidade, que está há bastante tempo sem reformas. Espero que em 2016, na volta às aulas, tenhamos realizado os reparos necessários para melhor atender aos nossos alunos", destacou o secretário Salim Milhomem.
A vice-governadora Claudia Lelis destacou a visita como uma possibilidade de atrair novos investidores. "A Úrsula já desenvolve projeto social parecido. Quando soube do nosso projeto, pediu a visita para que possa também procurar ajudar, atraindo investidores. Esse é um espaço que as nossas crianças têm para aprender que, por meio do esporte e da educação, com certeza podem ter um futuro melhor. Temos exemplos de crianças que passaram por essa unidade e estão em clubes famosos. Esse projeto é uma escola de sonhos", destacou.
Com projetos sociais premiados na Europa, Úrsula Corona quer dar visibilidade ao projeto. "Há oito anos trabalho na Rocinha (Rio de Janeiro) com projeto esportivo. Além de prêmios internacionais tivemos atletas que foram para grandes clubes, como o Manchester da Inglaterra. Trabalhamos com resultados e é isso que a gente quer trazer pra cá", destacou a atriz.
Projeto
A Escolinha Nilton Santos, localizada na Quadra 407 Norte, atende mais de 200 crianças e adolescentes da região norte, por semestre, com aulas gratuitas. O estudante Riquelme Freitas, de 13 anos, integra o projeto há três anos. "Eu adoro a Escolinha. Não perco um dia de aula. Gosto do futebol, do professor e de me divertir com meus amigos", disse.
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