Governo realiza oficina sobre coco babaçu em Xambioá

Elaboração de um plano de desenvolvimento é uma das ações previstas pelo acordo de cooperação técnica entre o Governo e a Universidade Federal do Tocantins
por Seleucia Fontes/Governo do Tocantins
-
A programação teve início na quarta, 11 de julho, na Cooperativa Multifuncional de Economia Solidária do Estado do Tocantins (Coome-Sol) e contou com visita a uma comunidade extrativista
A programação teve início na quarta, 11 de julho, na Cooperativa Multifuncional de Economia Solidária do Estado do Tocantins (Coome-Sol) e contou com visita a uma comunidade extrativista - Foto: Seden/Governo do Tocantins

Equipe da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia, Turismo e Cultura (Seden) está em Xambioá, no norte do Estado, onde realiza oficina para colher dados e informações para subsidiar a elaboração do plano de desenvolvimento da cadeia produtiva do coco babaçu. A programação teve início na quarta-feira, 11, na Cooperativa Multifuncional de Economia Solidária do Estado do Tocantins (Coome-Sol) e contou com visita a uma comunidade extrativista. Nesta quinta-feira, 12, ocorre reunião com representantes do Instituto Votorantim, na fábrica de cimento Votorantim.

A elaboração do plano de desenvolvimento é uma das ações previstas pelo acordo de cooperação técnica entre o Governo/Seden e a Universidade Federal do Tocantins (UFT), assinado no dia 4 de julho. A parceria objetiva a realização de estudos e pesquisa para explorar o potencial de uso do coco babaçu como alimento para ser humano, ração animal, cosméticos, fármacos, produção de biocombustível e bioenergia, biomassa, além do levantamento das propriedades medicinais e o estudo comparativo do óleo de coco babaçu com outros óleos.

A oficina buscou a construção da visão de futuro do projeto, com aplicação da Matriz Swot (fortalezas, fraquezas, ameaças e oportunidades) e proposta de oito eixos temáticos apontando problemas, propostas de soluções e resultados esperados com a adoção das soluções sugeridas. Fortalecimento do mercado do coco babaçu e, em consequência, geração de emprego e melhoria de renda foram apontados como metas a serem atingidas.

Entre os entraves para o desenvolvimento foram citados problemas ambientais, já que o babaçu é fruto do extrativismo, dificuldade de aquisição de maquinário e falta de divulgação do produto.

Durante a abertura da oficina, o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia, Turismo e Cultura, Dearley Kühn, defendeu a preocupação do Governo do Estado em desenvolver ações que auxiliem no desenvolvimento do Arranjo Produtivo do Babaçu.

De acordo com o gerente de Arranjos Produtivos da Seden, Marcondes Martins, a participação das comunidades que trabalham com o babaçu na construção de uma visão de futuro é fundamental para o desenvolvimento da cadeia produtiva.

keyboard_arrow_up