O Igeprev Instituto de Gestão Previdenciária do Tocantins está entre os quatro sistemas de gestão previdenciária dos estados brasileiros que concluíram 2005 com equilíbrio financeiro, segundo aponta pesquisa divulgada esta semana pelo NAP - Núcleo Atuarial de Previdência, da Coordenação de Pós-Graduação da UFRJ Universidade Federal do Rio de Janeiro.A pesquisa tem como base as reservas das previdências estaduais, as reservas que elas deveriam ter, seus compromissos e sua capacidade de ampliar a receita. A partir desses dados, foi calculado o IDP Índice de Desenvolvimento Previdenciário. Apenas o Tocantins, Espírito Santo, Roraima e Amapá obtiveram classificação elevada. Minas Gerais, Pará e Paraná apresentaram nível médio, enquanto todos os demais 20 estados tiveram um IDP considerado baixo.O desempenho positivo do Igeprev se dá, sobretudo, por seu superávit previdenciário de R$ 79 milhões o segundo maior do país -, o que indica a capacidade do instituto de honrar despesas atuais e futuras com pensões e aposentadorias dos funcionários públicos. O ParanaPrevidência, do Estado do Paraná, registrou primeiro lugar, com superávit de R$ 391 milhões.A boa colocação do Igeprev se evidencia quando comparada ao sistema previdenciário de estados com o maior PIB Produto Interno Bruto do país (São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro), que registraram os maiores déficits. Os 20 estados com IDP baixo somam um rombo previdenciário de R$ 20,4 bilhões, segundo a pesquisa. Cada estado brasileiro conta com um sistema previdenciário para atender exclusivamente aos servidores públicos. Os trabalhadores da área privada possuem regime único e contribuem para o INSS - Instituto Nacional do Seguro Social.
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