Técnicos, gestores públicos e pesquisadores podem consultar, a partir desta quinta-feira, 9, informações do Diagnóstico da Dinâmica Social e Econômica do Tocantins no site seplan.to.gov.br/zoneamento/, da Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento (Seplan). O material também foi impresso e será apresentad, nesta quinta, para os representantes dos órgãos federais, estaduais e municipais durante uma reunião técnica a ser realizada na Seplan, a partir das 9 horas.
O diagnóstico apresenta subsídios para a construção do Plano de Zoneamento Ecológico-Econômico do Tocantins, bem como outras políticas públicas. O documento é formado por um conjunto de relatórios que destacam informações sobre a condição geral de vida da população, principais atividades econômicas, processo demográfico, infraestrutura de circulação, produtos, serviços, populações indígenas e quilombolas, dentre outros aspectos. Essas informações são apresentadas por meio de mapas inéditos e textos descritivos e analíticos.
A elaboração do trabalho foi executada por especialistas na mensuração de dados secundários de diversos órgãos, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e com base em pesquisa de campo. Para o responsável técnico pela condução do Zoneamento Ecológico-Econômico na Seplan, Rodrigo Sabino, o conjunto de informações é referência para o planejamento de futuras ações de governo.
“Esse documento apoia a construção de políticas públicas destinadas a orientar os investimentos na produção agropecuária de modo sustentável, paralelamente à conservação e ao uso de recursos renováveis do Estado”, explicou Rodrigo Sabino.
De acordo com o superintendente de Gestão de Captação de Recursos, Sergislei Silva Moura, a execução do Diagnóstico da Dinâmica Social e Econômica do Tocantins é resultado de parceria entre a Seplan e o Ministério do Meio Ambiente (MMA), por meio de um convênio firmado entre os órgãos, no valor de R$ 415 mil.
A Seplan inicia nesta quinta-feira, a distribuição do Diagnóstico impresso às instituições de ensino, universidades, bibliotecas públicas e órgãos públicos que utilizam informações de base socioeconômica para o planejamento de atividades e execução de políticas públicas.
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