A Superintendência de Proteção aos Direitos do Consumidor (Procon-TO) tem muito a comemorar neste 15 de março, Dia Internacional do Consumidor. Com um índice de resolução de conflitos em torno dos 75%, o Procon se destaca pelo alto índice de conciliações realizadas com sucesso. De acordo com o superintendente do órgão, Nelito Cavalcante, esse índice, um dos mais altos do País, é possível graças à credibilidade e ao respeito que o Procon tem tanto com os fornecedores quanto com os consumidores.
Nelito Cavalcante explica que a maioria das empresas instaladas no Tocantins atendem prontamente ao chamamento do Procon quando são acionadas para resolver conflitos com consumidores. “Isso acontece porque temos um quadro técnico muito capacitado e que fundamenta bem todos os processos, por isso quando as empresas são chamadas já sabem que feriram algum direito do consumidor e vêm dispostas a resolver o problema já na conciliação”, justificou o superintendente.
Somente no ano de 2016, a Gerência de Atendimento do Procon registrou 43.492 demandas de consumidores em todo o território tocantinense. Lembrando que demanda é todo e qualquer atendimento realizado pelo órgão, mesmo aqueles que não se constituem em reclamação formal contra fornecedor de produto ou serviço. As operadoras de telefonia e as instituições financeiras continuam ocupando as primeiras posições no ranking de insatisfação dos consumidores locais. Ao lado das concessionárias de água e energia elétrica, essas empresas somam a maioria das demandas registradas durante o ano passado.
Do total de atendimentos feito pelo Procon-TO entre janeiro e dezembro de 2016, somente a Brasil Telecom, responsável pela OI no Tocantins, teve uma demanda de 4.761 consumidores queixosos, ou 10,95% do total. A Claro vem em seguida, com 3.234 (7,44%). A Energisa fica com a terceira posição, somando 2.289 (5,26%) e a Companhia de Saneamento do Tocantins com 1.300 (2,99%). Quando as demandas são ordenadas por segmento, as instituições financeiras passam para o primeiro lugar, com 7.704 queixas ou 17,8% do total das demandas do ano anterior.
O superintendente Nelito Cavalcante informa que as palestras realizadas pela Gerência de Educação para o Consumo do órgão têm contribuído para a formação de um consumidor consciente de seus direitos. “As empresas, por sua vez, têm nos procurado cada vez mais para tirar dúvidas no sentido de entender melhor a legislação que protege as relações de consumo e, assim, evitar abusos”, informou.
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