O secretário estadual das Cidades e do Desenvolvimento Urbano Ronaldo Dimas voltou de Brasília entusiasmado com a possibilidade de liberação de recursos do Ministério das Cidades para a revitalização da Feirinha de Araguaína, conforme garantia do ministro Mário Sílvio Mendes Negromonte, em atendimento à solicitação do governador Siqueira Campos. O projeto está orçado em R$ 12 milhões e deve ser executado assim que os recursos forem liberados.
Estudo feito por técnicos da secretaria para fundamentar o projeto constatou que a feira tem estrutura inadequada e ultrapassada para a demanda atual, em função do longo tempo de uso sem a devida manutenção. A Feirinha, uma das primeiras regiões de comércio popular de Araguaína, hoje rodeada por grandes supermercados e outros tipos de comércio varejista, apresenta estrutura física totalmente arcaica e inadequada, segundo aponta o diagnóstico, que conclui que nestas condições o local vem se tornando um centro de prostituição e tráfico de drogas e uma séria ameaça à segurança dos moradores.
O secretário revela que o projeto de revitalização da feira prevê uma mudança radical da área que vive um processo de marginalização. A intervenção contempla uma nova estrutura física, com espaços comerciais que obedecem a todas as normas sanitárias, dotada de espaço cultural com palco para apresentações, posto policial, banheiros públicos, estacionamento, além de uma grande praça. O projeto prevê ainda a duplicação da Avenida Filadélfia, em parte do percurso, que vai ajudar a resolver um “gargalo” no trânsito de Araguaína, segundo os técnicos responsáveis pelo projeto.
“Todas as obras projetadas são dotadas de equipamentos que garantem a mobilidade e a acessibilidade, o que é fundamental para o resgate físico e social da região”, destaca o subsecretário José Guimarães, que está empenhado em debater com a comunidade e parceiros envolvidos na intervenção cada aspecto do projeto, em busca de sugestões que venham melhorar ainda mais a utilização do local como grande espaço de compras e lazer. Guimarães garante que a participação da comunidade envolvida dará sustentabilidade ao projeto.
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