Secretário da Administração reúne com Sintras e pede o fim da greve na saúde

O Secretário Geferson ainda propôs aos grevistas o pagamento dos dois meses do adicional noturno, em atraso, na folha de pagamento de janeiro
por Milena Botelho / Governo do Estado
-
O secretário reforçou o compromisso com os sindicalistas de construir uma nova pauta com base no atual momento financeiro do Estado
O secretário reforçou o compromisso com os sindicalistas de construir uma nova pauta com base no atual momento financeiro do Estado - Foto: Sylvia Gondim / Governo do Tocantins

O secretário da Administração, Geferson Barros, recebeu dirigentes do Sindicato dos Servidores em Saúde do Estado do Tocantins (Sintras) na manhã desta terça-feira, 19, para pôr fim à paralisação que já dura 44 dias.

O presidente do Sintras, Manoel Miranda, e outros integrantes de entidades reforçaram o porquê da extensão do movimento grevista, o secretário reforçou o compromisso com os sindicalistas de construir uma nova pauta com base nas implementações que o Governo poderá atender no atual momento financeiro do Estado.

O Secretário Geferson, aproveitou a ocasião para propor aos grevistas o pagamento dos dois meses do adicional noturno (benefício em atraso), na folha de pagamento de janeiro, como uma das propostas do Governo no acordo para o fim da greve. “Atualmente, dos 23% que é gasto com a saúde no Tocantins, 19% é com pessoal. Estamos no limite. O que podemos comprometer agora é que construiremos juntos uma pauta viável de pagamento no decorrer dos próximos meses”, explicou o gestor. 

O secretário ainda se comprometeu em agendar, ainda esta semana, uma reunião com o secretária da Saúde, Samuel Bonilha, para discutir as condições de trabalho dos servidores nas unidades hospitalares.

Conforme Manoel Miranda o pagamento do adicional noturno atende uma das reivindicações dos servidores, e já é um passo para a negociação com a categoria. “Vamos aguardar a reunião com o secretário da saúde para tratar de outros itens da pauta e depois vamos levar em assembleia para os colegas decidirem sobre o fim da greve ou não”, disse o presidente.

De acordo com o Secretário, qualquer retomada de conversação só ocorrerá após o fim da greve e do pagamento do 13 salário dos servidores públicos.

keyboard_arrow_up