O secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Aquicultura (Seagro), César Halum, considera os investimentos destinados ao Plano Safra 2020/2021 divulgados na última quarta-feira, 17, pelo governo federal, como avanço fundamental para impulsionar o setor agropecuário. O recurso do Plano contará com R$ 236,3 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional, um aumento de R$ 13,5 bilhões em relação à safra anterior. Os financiamentos começam a ser contratados a partir do dia 1° de julho de 2020, indo até 30 de junho de 2021.
“Considerando o atual momento, podemos afirmar que houve sim uma melhora no aumento de recursos e nas taxas de juros, mas ainda não é o que o produtor necessita e anseia mesmo sendo um avanço. Reconhecemos o importante esforço da Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, para garantir a continuidade da produção no campo e o abastecimento de alimentos”, ressaltou César Halum.
No mesmo raciocínio, o gestor da Seagro pontuou que os recursos destinados aos produtores da Agricultura Familiar são fundamentais para o desenvolvimento no campo, principalmente, os pequenos e médios produtores. “Para atender as demandas dos pequenos produtores, o valor direcionado à agricultura familiar foi positivo e dentro do possível na atual conjuntura, além do aumento de recursos e redução da taxa de juros”, reforçou.
Já em relação aos produtores da escala comercial, incluindo o setor pecuarista, César Halum lembrou que, além da possibilidade de adquirir recursos em outras instituições, o Plano Safra também beneficia esses produtores.
De acordo com os juros do plano, os agricultores que se enquadram no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) terão taxas de juros entre 2,75 % e 4% ao ano. Para os pequenos (que estão fora do Pronaf) e os médios, o índice é de 5% ao ano.
Edição: Lenna Borges
Revisão: Marynne Juliate
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