É meta da Agência de Metrologia, Avaliação da Conformidade, Inovação e Tecnologia do Estado do Tocantins (AEM-TO) mudar a sistematização do trabalho no que tange aos procedimentos de instrução dos processos de fiscalização metrológica. A partir de setembro deste ano, todos os novos processos serão iniciados diretamente no Sistema de Gestão Integrada (SGI) do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), apenas no formato digital.
“Economia, praticidade e celeridade em todo o trâmite processual são os nossos objetivos com a mudança do sistema”, aponta Rérison Castro, presidente da Agência de Metrologia. Além disso, a migração significa também a modernização de toda a sistemática do trabalho realizado na Metrologia Estadual. “Com o novo formato, as áreas técnicas de fiscalização e o setor jurídico irão caminhar juntas na organização e na finalização do processo. Isso significa um ganho de tempo na execução e a inserção da AEM nos padrões processuais do Inmetro”, reforça o gestor.
Vale ressaltar que, além da economia gerada com a redução de impressões de papel, o meio ambiente agradece com a diminuição de poluentes.
Qualificação e equipe preparada para novos modelos de atuação
De 24 de agosto a 3 de setembro, todos os profissionais do setor jurídico da Agência de Metrologia e das áreas técnicas de Pesos e Medidas, Instrumentos e Qualidade – Avaliação da Conformidade passarão por capacitação profissional para o novo modelo de procedimento de processo fiscalizatório.
A qualificação é toda ministrada e organizada pelo Inmetro e ocorre no formato on-line. Durante as aulas, são repassadas as informações teóricas e simuladas as situações práticas.
Modernização a custo quase zero
Como profissional do setor jurídico, o advogado Rérison Castro tem a ciência da necessidade de migração do sistema físico para o digital. O advogado sabe da importância de acompanhar as mudanças tecnológicas, além de proporcionar melhoria na qualidade do trabalho aos profissionais da Agência de Metrologia e agilidade nos procedimentos aos usuários dos serviços da pasta. “Para isso, nós buscamos alternativas e os investimentos serão mínimos - apenas em equipamentos de scanners para inserção de documentos no SGI e na capacitação da equipe, que contamos com o Inmetro. Assim, damos um passo ao futuro da AEM, com trabalho e gastos mínimos”, informa o presidente da pasta.
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