Tocantins apoia projetos científicos em diversas áreas de cooperação tecnológica entre Europa e Brasil

Iniciativa visa à valorização de pesquisadores das instituições públicas e privadas do Estado  
por Geórgya Laranjeira Corrêa/Governo do Tocantins
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O acordo prospecta benefícios para a sociedade como resultado de pesquisas científicas
O acordo prospecta benefícios para a sociedade como resultado de pesquisas científicas - Foto: Márcio Vieira/Governo de Tocantins

Com o objetivo de incentivar a integração científica entre pesquisadores do Tocantins e da Europa, uma ação conjunta de cooperação tecnológica apoia projetos de pesquisa de Relevância Particular em diversas áreas do conhecimento. Uma iniciativa apoiada pelo Governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Tocantins (Fapt), e pelo Ministério das Relações Exteriores e da Cooperação Internacional da Itália (Maeci).

Participam pesquisadores que estejam vinculados à instituição de ensino superior ou instituições de ciência, tecnologia e inovação do Tocantins com projetos inscritos em inglês e português nas áreas de inteligência artificial, ciências básicas (Química, Física e Matemática); doenças transmissíveis; geração distribuída de energia de fontes renováveis, nutrição e doenças metabólicas; agricultura de precisão; ciência espacial; produção sustentável e uso de minerais estratégicos. Os projetos selecionados serão executados em um prazo de 36 meses.

O Termo de Cooperação conta com o apoio das Fundações de Amparo à Pesquisa, dos Estados de Alagoas (Fapeal), Amazonas (Fapeam), Distrito Federal (Fapdf), Espírito Santo (Fapes), Goiás (Fapeg), Mato Grosso do Sul (Fundect), Minas Gerais (Fapemig), Pará (Fapespa), Pernambuco (Facepe), Rio de Janeiro (Faperj), Santa Catarina (Fapesc), São Paulo (Fapesp) e Tocantins (Fapt).

A Chamada Complementar é resultado da parceria entre o Conselho Nacional das Agências de Financiamento do Estado (Confap) e o Ministério das Relações Exteriores e da Cooperação Internacional da Itália (Maeci) por meio das Fundações de Amparo à Pesquisa dos Estados do Brasil.

“A ciência nunca deve perder o seu caráter universal, porque o conhecimento serve para a humanidade, independente da língua falada. Para o Tocantins, é importante que o pesquisador estabeleça ligações com estudiosos de outros países para fortalecer, consolidar e valorizar o trabalho que está sendo realizado aqui no Estado. Talvez um pesquisador brasileiro esteja estudando algo importante aqui no país e esse algo pode ser a peça de um quebra-cabeça que está sendo pensado em outro país”, destacou o presidente da Fapt, Márcio Silveira.

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