Os acionistas da Companhia Imobiliária de Participações, Investimentos e Parcerias (Tocantins Parcerias) reuniram-se na sede da empresa, na quarta-feira, 27, para análise e aprovação das demonstrações financeiras do ano de 2021, durante a 9ª Assembleia-Geral Ordinária. Conforme os relatórios apresentados na reunião, o resultado societário gerou lucro líquido, que corresponde ao resultado das vendas durante o ano e deduzidas as respectivas despesas, no valor de cerca de R$ 4,8 milhões, que está evidenciado na Demonstração de Resultado do Exercício (DRE), documento oficial instituído pela Lei Federal nº 6.404/76.
O informativo com os documentos pertinentes à prestação de contas de 2021 foram publicados no Diário Oficial do Estado n° 6052, de 21 de março, e se encontram à disposição dos acionistas na sede da Companhia.
Já o lucro tributário da Companhia, que é o valor real da receita gerada durante o ano e deduzidas das despesas, foi no valor de R$ 949 mil apresentados pela Diretoria Executiva da empresa, que equivale ao lucro à disposição dos acionistas.
As demonstrações financeiras foram apreciadas na Assembleia e aprovadas por unanimidade com base nos documentos apresentados.
Projetos
Ainda durante a reunião, o presidente da Companhia, Aleandro Lacerda, explanou aos acionistas sobre projetos e ações que estão em andamento, dentre eles projetos de Parcerias Público-Privadas e concessões, sendo que a empresa é o braço técnico operacional na estruturação, como Energia Fotovoltaica, Marina Palmas, Tocantins Inteligente, TocantinsNet, entre outros. Outra ação importante que está sendo efetuada na empresa é o processo de Regularização Fundiária Urbana (Reurb), em parceria com o Poder Judiciário e Municípios do Tocantins, promovendo capacitações, orientações, audiências públicas, até a efetiva entrega dos títulos de propriedade devidamente registrados aos respectivos beneficiários.
Balanço positivo
Segundo o presidente da Companhia, Aleandro Lacerda, a Tocantins Parcerias, que é uma sociedade de economia mista, apresentou balanço positivo em 2021, proveniente de venda de imóveis. “Estes recursos, obtidos com as vendas, são revertidos nos programas de regularização fundiária e na realização dos estudos de modelagem de PPPs [Parcerias Público-Privadas] e concessões, que já vêm apresentando muito interesse dos investidores, prospectando bons frutos”, pontuou o presidente.
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