Tocantins participa de debate internacional sobre brucelose e tuberculose em Santa Catarina

Estado está no ranking entre os melhores nos índices de prevalência para as duas doenças
por Dinalva Martins/Governo do Tocantins
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Tocantins participa de debate internacional sobre brucelose e tuberculose - Foto: Adapec/Governo do Tocantins

O Tocantins está entre os estados com melhores índices vacinais para brucelose e com índice de menos de 0,16% para tuberculose. Com o intuito de trocar informações com as demais unidades da federação e países do Mercosul (Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile), a Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) participa do 1º Seminário Internacional de Brucelose e de Tuberculose Bovina e Bubalina, que ocorre entre os dias 4 e 5 de outubro, e do encontro com gestores do Programa, dia 6, ambos em Florianópolis-SC.

Representando a Agência, o gerente de sanidade animal, Sérgio Liocádio, relatou a importância do evento para obtenção de informações técnicas e experiência dos estados e de alguns países participantes que lidam com o controle e a erradicação dessas doenças. “O conhecimento adquirido por meio das discussões servirão para auxiliar ainda mais em melhorias das atividades ligadas ao Programa Estadual dessas enfermidades”, afirmou.

Do Tocantins, participa dos encontros, o auditor fiscal da Superintendência Federal da Agricultura no Tocantins, Luís Eduardo Cardoso.

Índices

A prevalência da brucelose no Tocantins de 2004 a 2014 caiu de 21% para 6%. Com isso, o Estado foi o que mais reduziu o predomínio da doença em 10 anos, alcançando o nível C no ranking do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que tem a avaliação de A-E. O resultado é graças ao trabalho dos produtores rurais, médicos-veterinários e seus auxiliares cadastrados no Programa Estadual de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PECEBT), bem como dos profissionais da Adapec.

Para tuberculose, a prevalência é de 0,16%, e o nível do Estado é A, naquele mesmo ranking do Mapa. “Dessa forma, podemos avançar e partir para a erradicação desta enfermidade no nosso Estado, aprimorando nossa vigilância e adotando programas de incentivo para o produtor, além de muita educação sanitária”, pontuou Sérgio Liocádio.

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